terça-feira, 21 de outubro de 2014

“Império”: Joaquim Lopes interpreta com maestria o dilema do jovem homofóbico filho de um pai bissexual na novela das nove


Joaquim Lopes teve seu grande momento e não o desperdiçou no capítulo dessa terça-feira (21) de “Império”, novela das nove da Rede Globo. Na cena que encerrou o capítulo dessa segunda-feira (20), com sequência na noite seguinte, o ator mostrou do que é capaz em termos de interpretação na trama de Aguinaldo Silva. Seu personagem não é apenas um homofóbico, como tem um pai bissexual e ainda em sua despedida de solteiro, do bolo, é surpreendido por uma drag queen. São nuances muito complexas e situações que tocam no âmago de qualquer um.

As situações que o personagem vive, muito bem costuradas pelo autor, Aguinaldo Silva, junto à interpretação de Joaquim tem mostrado um novo ângulo de toda uma situação que envolve tudo isso. São situações de um mesmo tema, feito de várias vértices, que estão sendo bem tratados e bem interpretados! Parabéns ao autor e ao ator!


Mais "Império" em:
http://tvindependentebyelenacorrea.blogspot.com.br/2014/09/imperio-volta-de-adriana-birolli-como.html


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Yara Amaral: Décadas depois, a saudosa atriz continua dando aulas de interpretação através da reprise de um de seus trabalhos


Acompanhando no canal Viva à reprise de “Dancin’ Days”, novela de Gilberto Braga exibida na Rede Globo em 1978, fiquei mais uma vez emocionada com a surpreendente e impactante atuação de Yara Amaral. As cenas em que sua personagem é levada em uma camisa de força, totalmente desequilibrada emocionalmente, são uma aula a qualquer aprendiz nas aulas de interpretação. Yara deixou, sim, um legado como profissional.

Uma grande atriz, que merece ser lembrada por seu trabalho e não apenas pela forma trágica como morreu, vítima do naufrágio do Bateu Mouche, no Reveillon de 1989, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

sábado, 27 de setembro de 2014

“Império”: A volta de Adriana Birolli como intérprete de sobrinha de sua personagem na primeira fase da novela, sucedida por Lilia Cabral, tira o lúdico da ficção


Agora virou moda uma atriz jovem fazer a primeira fase de uma personagem e depois voltar como a nova geração da mesma? Há pouco tempo Bruna Marquezine fez a Helena jovem de “Em Família” e voltou como a filha dela mesma na fase seguinte, interpretada por Júlia Lemmertz, na novela das nove de Manoel Carlos exibida ano passado na Rede Globo.

Agora, em “Império”, trama subsequente de Aguinaldo Silva, vem Adriana Birolli, depois de ter feito a Marta jovem, reaparecer como sobrinha de sua própria personagem na fase adulta interpretada por Lilia Cabral. É uma nova tendência ou uma forma de economizar na hora de fechar a contratação de artistas?

Imagino se fossem fazer o remake de “O Casarão”, novela de Lauro César Muniz exibida em 1976, usando esse mesmo tipo de escalação. Os atores teriam que assinar contrato para interpretar personagens em três fases diferentes...
Por economia ou não, é um recurso que tira o lúdico da história.
                                                      

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

“Sexo E As Negas”: Miguel Falabella mais uma vez se supera ao criar um seriado em que cada um pode olhar para o próprio umbigo ou se sentir excluído do resto



Miguel Falabella parece um poço sem fundo de inspiração, criatividade e uma capacidade peculiar de retratar com um extremo bom humor e veracidade o cotidiano de pessoas de classes menos favorecidas. Tanto que o bordão “Eu odeio pobre” que Caco Antibes, seu personagem em “Sai de Baixo”, repetia no programa de humor da Rede Globo que foi ao ar durante décadas, nunca chegou a ofender ninguém. Por que havia ali uma verdade que muitos desconheciam. Como o detalhe da tia que colocava pano de prato úmido sobre os sanduíches de patê que seriam levados para a praia no dia seguinte. Sem falar nos famosos cajuzinhos das festas de aniversário e casamento. Miguel sabe descrever com riqueza de detalhes a realidade de pessoas menos favorecidas, usando de um deboche que não ofende, não desmerece, apenas faz a realidade mais leve, mais divertida.

Em “Sexo E As Negas”, seriado semanal que vem sendo exibido nas noites de terça-feira desde o dia 16, Miguel só vem reafirmar um estilo peculiar que se consolidou com “Pé Na Cova”. Aquele que poderia causar estranheza pelo tema fúnebre, mas tornou-se um dos melhores humorísticos da emissora, apostando em um elenco formado em sua maioria por atores poucos conhecidos do grande público. Lembrando sempre que a presença de Marília Pêra fez toda a diferença.

Voltando a “Sexo E As Negas”, Miguel nada mais está fazendo do que voltar ao subúrbio carioca. Se antes era o Irajá, agora é Cordovil. Se antes o ambiente festivo principal era uma funerária, agora são as quadras de baile funk e as festividades na laje. E, como anteriormente, o autor não deixa de usar sua ironia nem tão leve assim, mas muito coerente para retratar a realidade que muitos vivem.

A história gira em torno de quatro mulheres negras da comunidade, todas solteiras, com seus problemas pessoais e peculiares, em busca de um companheiro, interpretadas por Karin Hils, Corina Sabbas, Lilian Valeska e Maria Bia. Claudia Jimenez faz a amiga mor do quarteto.  Alessandra Maestrini faz uma gaúcha de sotaque super carregado e atitudes exageradas. Será que os gaúchos também vão ter direito a se rebelar por esse estereótipo bem mais forçado do que as situações que as negras vivem, retratadas no seriado? Acho que não. Acho que é o caso de cada um olhar o próprio umbigo e aprender a rir de si mesmo.

Ou, chorar, por não se identificar com ninguém.


domingo, 21 de setembro de 2014

“Dança dos Famosos”: Competição perde credibilidade na escolha de participantes e de jurados artísticos sem aval para julgar

Totalmente desnecessária a defesa que o apresentador Fausto Silva fez nesse domingo (21) sobre a eliminação de Anitta do “Dança dos Famosos” na semana passada. Ela nem deveria estar em um concurso que reúne pessoas sem a menor experiência em dança, enquanto a cantora tem anos de palco. Se ela não se considera profissional, é outra história. Mas se comporta como tal para vender seus shows e CDs. Então, não tinha que estar nessa competição. Foi injusto com os demais participantes, realmente sem a menor experiência nesse tipo de prova.

A escolha do jurado artístico também é duvidosa. Se for artístico não tem que ser formado por artistas? Jornalista não é artista. Até entendo o Flay ser jurado, ele não é celebridade, mas é um coreógrafo competente amplamente divulgado no “TV Xuxa” e até no "Caldeirão do Huck".  Entende do assunto. Já os demais... Ter coluna de TV ou social faz de alguém uma celebridade com aval para ser jurado de uma competição em programa de rede nacional, quiçá internacional?   

O programa deve rever a escolha dos participantes e, principalmente, da seleção do corpo de jurados artísticos.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

“A Fazenda”: Programa continua investindo no histórico de sub-celebridades, em provas criativas, na beleza das imagens do cenário natural, mas deve ficar atento ao estresse que o show pode causar nos animais


A sétima edição de “A Fazenda” que estreou nesse domingo (14) na Rede Record, sob o comando de Brito Jr., já começou trazendo um elenco que não diferencia em muito das temporadas anteriores em termos de famosidade. Entre os 16 participantes, em meio a muitos famosos desconhecidos, estão uma ex-Panicat, uma ex-Paquita, um ex-Menudo e o dono de uma boate paulista já envolvido em denúncias de prostituição no estabelecimento. De cara, ele já polemizou ao afirmar: “Uma balconista que ganha R$ 600 por mês, se chegar um senhor na loja e oferecer R$ 2 mil, ela não vai aceitar?”. Saia justa na ala feminina.

Uma das primeiras atividades coletivas do grupo foi sentar-se à volta de uma fogueira, na qual deveriam “queimar” o que desejavam deixar para trás ao entrar no jogo. Aí foi o auge de situações surreais que costumam permear o comportamento dessas “celebridades da mídia” que participam desse reality da Record. O desafio era cada um pegar um pedaço de lenha, escrever o seu desabafo e jogar no fogo. Teve o ex-Menudo criticando o empresário do grupo e bradou o seu “Não” à pedofilia. Oi?

Teve também o jornalista que chorou ao contar que recebeu o convite para participar do programa uma hora e meia após o enterro de sua mãe. Vem cá, se ele está sofrendo tanto, por que aceitou participar? Aí vieram outras com discursos contra preconceitos que se abraçaram e choraram juntas sem ninguém entender nada. Mas a melhor mesmo foi a outra que, na hora de dizer o que queria deixar para trás, gritou: “Eu odeio sapos!”. Como assim, gente?

Inegavelmente, o cenário natural continua deslumbrante e a primeira prova já mostrou que a criatividade da produção continua em alta. Agora, a pergunta que não quer calar: por que todo participante de reality show se comporta como se nunca tivesse visto uma piscina na vida? E o que aquela outra de cabelo roxo quis dizer quando berrou para a câmera, no final do programa: “Chupa Brasil, que nós estamos aqui!”. O Brasil conhece ela?

Outra: deu pena ver uma ema correndo assustada na hora que os participantes saíram da casa, aos gritos, para encontrar Britto Jr. no palco. Nenhum deles percebeu o pânico da ave. Sem falar que já teve até uma participante dizendo que morre de medo de bicho, até de galinha. Com certeza, é preciso ficar de olho, principalmente no trato de cada um deles com os animais.

Mais "A Fazenda" em:
http://tvindependentebyelenacorrea.blogspot.com.br/2013/09/a-fazenda-6-strip-tease-em-ultima-festa.html


sábado, 6 de setembro de 2014

“Zorra Total”: Mais enxuto, programa apresenta maior cuidado tanto na produção quanto no roteiro e na seleção do elenco


Há tempos não assistia ao “Zorra Total” do início ao fim. Esperava para acompanhar apenas alguns quadros com atores recém lançados que realmente chamavam a atenção, como Rodrigo Sant’Anna, Thalita Carauto e Katiuscia Canoro, sem falar no humor profissional e conhecido há tempos de Fabiana Karla e Nelson Freitas, entre outros atores comediantes de primeira linha. No mais, acabava zapeando, não só pelas situações repetitivas, mas principalmente por não aguentar mais aquela linha que o programa seguiu durante muito tempo de explorar mulheres seminuas e piadas sem qualquer conteúdo.

Pelo programa que assisti nesse sábado (6), percebi que o programa está com um tempo de duração mais curto, está mais enxuto, mas muito melhor produzido. Com uma direção de arte nos cenários mais cuidadosa, roteiro mais criativo e um elenco de figurantes mais seletivo. Muito bom também ver outros atores como João Carlos Barroso e Luís Salém contribuindo. Além da figura sempre marcante de Paulo Silvino, um comediante que faz parte da história dos programas da televisão brasileira. Muito bom ver a equipe de roteiristas, o elenco e a direção capitaneada por Maurício Sherman estar buscando essa nova linha.


Mais "Zorra Total" em: 
http://tvindependentebyelenacorrea.blogspot.com.br/2012/01/zorra-total-janete-e-valeria-com.html 

Leia também entrevistas de TV no meu blog Na Folha dos lagos Digital: 
http://www.folhadoslagos.com/blogs/elena-correa/ana-paula-padrao-a-receita-de-uma-jornalista-que-sai-do-telejornal-para-um-reality-de-culinaria#.VAvI0VdDiSo  



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Análise Trilhas Sonoras: “Boogie Oggie”, nova novela das 18h, e “Rebu”, trama das 23h inspirada em folhetim dos anos 70, pegam carona no valor de trilhas sonoras que faziam sucesso há décadas atrás




Quando assisti ao primeiro capítulo de “Boogie Oggie”, novela das 18h da Rede Globo que estreou há duas semanas, um detalhe que me chamou a atenção foi que logo a segunda música da trilha sonora era “Three Times A Lady”, sucesso do grupo Commodores, do final dos anos 70, que embalava cenas de Sandra (Ísis Valverde) e Rafael (Marco Pigossi), nas cenas da trama de Ruy Vilhena e direção de núcleo de Ricardo Waddington.

Era a mesma música que embalou o romance de Carminha (Pepita Rodrigues) e Franklin (o saudoso ator Cláudio Corrêa e Castro) em “Dancing’ Days”, em 1978, novela de Gilberto Braga que continua podendo ser revisto na reprise atual no canal Viva, de segunda-feira a sábado, à meia-noite. Ou seja, estamos podendo ouvir a mesma música do grupo que na época tinha Lionel Richie como vocalista, em duas novelas que estão no ar.

Não por acaso, outra produção da Rede Globo está investindo também nos grandes sucessos dos anos 70 e 80: “Rebu”. Novela das onze que vem resgatando com filtro o que há de melhor no som dos tempos em que a novela original foi exibida. Acho uma delícia ver as novas gerações estarem tendo esse tipo de oportunidade de tomarem contato, através de remakes e revisitas, a épocas que foram tão ricas em criatividade, originalidade e uma ousadia totalmente desprovidas dos recursos que existem hoje.


Tomara que essas produções estimulem essas novas gerações a pesquisarem, estudarem e entenderem a história que há por trás de tudo isso...




segunda-feira, 11 de agosto de 2014

“Dança dos Famosos”: Anitta faz o mesmo dos seus shows, é tratada com privilégio pelo apresentador e pelo jurado e quem paga o preço é a atriz Vanessa Gerbelli



A segunda semana de “Danças dos Famosos” no “Domingão do Faustão” nesse domingo (10), dessa vez com as participantes femininas, apenas confirmou o que já se viu na estreia com os concorrentes masculinos na semana passada: as mesmas ceninhas de bastidores feitas nas aulas, os mesmos comentários dos jurados, do apresentador Fausto Silva, do pessoal da plateia.

Muito chato esse jurado “artístico” sempre querendo puxar o saco dos artistas que estão no palco. Eles ficam até disputando frase de efeito. Como aconteceu nesse programa, em que o colunista Bruno Astuto elogiou a participação de Anitta dizendo: “O palco te ama, você ama o palco”. E logo em seguida, na vez da atriz Cris Vianna dar seu depoimento ela fez questão de ressaltar: “Anitta, como eu já disse antes, o palco te ama e você ama o palco”. Ficou claro ali que ela estava querendo tomar para si uma declaração sua que havia sido “reutilizada” por Bruno Astuto como se fosse de autoria dele. Saia justa!

Com certeza, desse grupo feminino, formado também por Paloma Bernardi, Vanessa Gerbelli, Lucélia Santos, Giovana Ewbank e Juliana Paiva, Anitta é a que mais destoa, pois é alguém que tem, sim, preparação de coreografia diária para seus shows e intimidade com o palco para dançar. E, mesmo assim, ou por isso mesmo, foi a que menos merecia estar ali: ela nada mais fez do que repetir movimentos e caras e bocas que já faz em seus shows. Não surpreendeu em nada. Deveria ter sido ela a ir para a repescagem. Até o júri técnico, já voto vencido, fez questão de elogiar o desempenho de Vanessa.

Ficou claro que a escolha de Anitta pelo programa foi comprometida, o jurado artístico, que é maioria, não é imparcial, e quem realmente está encarando um desafio ali pode perder o incentivo logo, logo, diante dessa que pode ser mais uma “carta marcada”.

Mais "Dança dos Famosos" em:
http://tvindependentebyelenacorrea.blogspot.com.br/2014/08/danca-dos-famosos-o-quadro-nao-se.html

E leia também entrevistas com famosos no meu Blog na Folha dos Lagos:
http://www.folhadoslagos.com/blogs/elena-correa/lucinha-lins-fiz-do-medo-a-mola-mestra-da-minha-vida#.U-j7x6NDiSo


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

“Dança dos Famosos”: O quadro não se renova, as opiniões dos jurados se repetem e Carol Castro passa pelo constrangimento de ser tratada como mais uma “Faustinete”




O “Dança dos Famosos”, quadro do “Domingão do Faustão”, na Rede Globo, há muito não apresenta nada de novo. A expectativa é sempre em torno de quem vai fazer a diferença, quem vai ser aquele veterano mais velho, quem vai ser aquele com mais peso na balança. Enfim, aqueles que sabem que vão fazer a diferença apenas para dar audiência, porque no corpo de jurado está uma minoria de técnicos e uma maioria de “coleguinhas”. Quem vai ganhar? É fácil começar a deduzir desde o começo.

Mas, falando sobre a estreia de mais uma edição nesse domingo (3), o que se viu foi mais do mesmo. Competidores treinados para dançar sobre um ritmo. No caso: discoteque! Ok! Então, vamos lá buscar onde está o diferencial. E o que se viu foi que, em termos de desenvoltura, ninguém realmente fez algo que surpreendesse. Mas o figurino, ah, o figurino decepcionou.

Na apresentação de Anderson di Rizzi, a coreógrafa parecia uma serpente trocando de pele com aquela calça colante com estampa de cobra, e as cores do traje dele estavam totalmente mortas, em nada contrastando com o ritmo alegre de Bee Gees ao som de “Night Fever”, que eles dançaram.

O mesmo aconteceu com Miéle. Jogaram lá nele uma peruca Black Power e no mais... Não tinha mais. Uma camisa brilhosinha e um terno que no vídeo pareceu ser de veludo cotelê. E a coreógrafa, também numa calça embutida e bustiê com franjas, estava mais para periguete sertaneja do que para anos 80.

Bruno Gissoni, dançando “Disco Inferno”, e sua coreógrafa, foram os que começaram a se aproximar mais do modelo da época que estavam representando. Já a camisa dele dispensava aquelas cotoveleiras, usadas na época em jaqueta e não em camisas nas discos.

Na sequência, Giba e sua parceira foram os mais bem vestidos levando-se em consideração o tema. Sem exageros na exploração da sensualidade da partner feminina e sem levar o masculino para o cafona, os dois traduziram bem quem tinha bom gosto na época. Assim como Lucas Lucco, que também compôs bem com sua parceira. Embora aquelas falsas mangas compridas fofas e com franja do figurino da coreógrafa tenham prejudicado até na “limpeza” do visual da coreografia com Lucas. Já Marcelo Melo, ao dançar “Celebration”, sem dúvida foi o que mais remeteu ao ambiente das discotecas. O colorido da camisa dele, a saia de pontas dela, foram totalmente anos 80.

Agora, Carol Castro lendo comentários elogiosos na internet de coleguinhas, como Preta Gil, é constrangedor. A atriz não merece estar sendo colocada no mesmo patamar de Carol Nakamura, uma dançarina e assistente de palco, tratada como celebridade no “Domingão do Faustão”. Uma atriz como Carol deve estar se sentindo muito mal por estar sendo colocada no mesmo patamar das “Faustinetes”. Carol Castro é uma atriz convidada a fazer uma participação. Carol Nakamura é uma assistente de palco, que, por acaso ou não, namora um ator da Globo. E está no mesmo patamar daquelas outras assistentes que estão na plateia e ocupam a posição de assistentes de plateia e são chamadas de repórteres pelo Faustão. Como a Alexandra Martins, ex namorada do Antonio Fagundes. Repórter???

Confira também o blog na Folha dos Lagos: 
http://www.folhadoslagos.com/blogs/elena-correa/luana-piovani-sou-uma-cidada-dificil-de-ser-enganada-sempre-lutei-pela-justica#.U9725KMpuSo